Rosa está usando os florais: mimulus, heather, chestnut bud, holly e vine
Caros!!!
Tenho usado e vivenciado efeitos muito positivos dos florais em pessoas, animais e plantas. Sempre que posso, compartilho deste conhecimento com a família e amigos e hoje quero lhes falar um pouco sobre essa ferramenta maravilhosa de cura vibracional.
Para iniciar quero falar um pouco sobre as origens dos florais de Bach.
História dos florais de Bach
O criador da terapia floral, Dr. Edward Bach (1886-1936) começou seu trabalho observando o comportamento das pessoas e constatou que existiam padrões comportamentais. E mais, viu que de acordo com esses perfis essas pessoas apresentavam doenças, senão iguais, com características semelhantes e reagiam à doença de forma parecida, “com os mesmos comportamentos, disposição de ânimo e estado de espírito – independentemente da espécie de doença” (GERBER, 1998 p.199) . Ele fez a conexão sobre como os padrões de comportamento e personalidade afetavam as pessoas no nível físico.
Bach era um profundo admirador da homeopatia e dos trabalhos de Hahnemann e se formou como médico homeopata. Ele utilizou o princípio fundamental da homeopatia “semelhante cura semelhante” com as essências florais. Assim começou a estudar as flores, por intuição ( provavelmente uma mediunidade exacerbada) e notou que as plantas tinham expressões peculiares, que lembravam muito os padrões comportamentais que ele havia estudado anteriormente. Aí é que veio o “pulo do gato”. Ele resolveu experimentar o uso dessas flores, À semelhança da homeopatia, buscou imprimir as características das flores na água. O método original foi o solar. Bach colocava a flor numa vasílha com água e deixava exposta ao sol, depois utilizava essa água para beber. “Os efeitos sutis da luz solar eram fundamentais para carregar a água com uma marca energética da assinatura vibracional das flores”(GERBER, 1998 p.201) . O resultado era que por semelhança de vibração (sintonia) esses aspetos começavam a ressoar e a pessoa começava a ter melhor naquele padrão emocional específico. Como se fosse um alerta ao organismo “olha você tem que melhorar nisso aqui”. Cabe aqui uma explicação a mais.... esse efeito de dá no caso de haver o desequilíbrio, se a pessoa não tem medo e toma um floral para medo, por exemplo, nada acontece. Porém se há o medo, o organismo vai buscar reequilibrar o indivíduo de forma a reorganizar sua psique, que modo que o medo seja superado. Pode haver exacerbação dos sintomas, para que a pessoa se conscientize do seu padrão e em alguns casos o sintoma desaparece sem que chegue diretamente à consciência. Não raro a pessoa se dá conta que nem tem aquele problema tempos depois, numa conversa com amigos, por exemplo.
Os florais de Bach
O Doutor Bach criou 38 essências florais para as 38 principais estados emocionais negativos catalogados por ele. E as organizou em 7 grupos: O grupo do medo, incerteza e insegurança, falta de interesse no presente, desalento e desespero, hipersensibilidade às influências externas e cuidado excessivo com os outros.
Além destes, ele criou o Rescue Remedy que é um floral de emergência, para situações de choque, em que se precisa de uma recuperação rápida, como numa prova importante, ou num acidente, por exemplo.
Ação dos Florais
Os florais agem por sintonia de vibração. As flores são escolhidas com as características semelhantes ao estado emocional em que o paciente se encontra. Quando o floral é tomado, o sistema entende a mensagem como se dissesse “isso está errado” e o organismo busca reequilibrarse. É muito comum a pessoa sentir que aqueles sintomas se exacerbam, como se o problema aumentasse, mas na verdade o que aumenta é a consciência que tem deles e o foco que dá a eles como uma etapa no processo de cura. É complicado falar em cura como um quadro estanque, pois saúde e doença e o processos dinâmicos e o nosso equilíbrio é sensível e instável. Explico, estamos sujeitos às interferências do ambiente, pessoas, ondas e radiações, clima, alimentação e etc. Esses elementos nos afetam e influem sobremaneira no nosso equilíbrio dinâmico. Assim surgem os sintomas que os florais vêm tratar.
Quando se trata crianças e animais os resultados parecem ser mais rápidos e intensos. Talvez por eles não racionalizarem seu processo os florais venham a encontrar livre o caminho da harmonização. Muito se diz que se deve dar à pessoa um floral correspondente ao sintoma que ela percebe/ está consciente. Mas o que dizer a respeito disso em casos de crianças, bebês, animais? Talvez o que se deva preconizar sejam os sintomas que estão mais evidentes, mais aflorados no momento, independentemente de terem sido percebidos pela consciência.
Nas próximas semanas, apresentarei um a um as flores e os florais de Bach, para que conheçam suas características vibracionais e como elas agem no processo de cura.
Ótimo fim de semana a todos!
Ana Karine
Referências Bibliográficas
GERBER, Richard. MEDICINA VIBRACIONAL: UMA MEDICINA PARA O FUTURO. São Paulo, cultrix, 1998.
Veja trexos dele aqui no google livros: GERBER, Richard. MEDICINA VIBRACIONAL
MOTURA, Nestor Giraldo. APRENDE A CURARTE com FLORES Y HOMEOPATIA. Argentina, Colecio salesiano, 7ª ed.
